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domingo, 13 de novembro de 2011

Lima Fernandes teve, finalmente, uma merecida homenagem. Mais vale tarde do que nunca!

Tudo começou pelas 9 horas da manhã, com cerca uma centena de ciclo-turistas concentrados no Largo dos Águias. De seguida percorreram as ruas da vila.
Mais tarde, cerca das 11 horas, voltaram a concentrar-se nos Águias.








Ali, à sua espera estavam muitos populares e dezenas de antigos ciclistas de Alpiarça e de todo o país.
Marco Chagas, Alexandre Ruas, João Roque, Joaquim Leite, são alguns dos ciclistas que fizeram questão de se deslocarem a Alpiarça para esta magnífica homenagem a Lima Fernandes.
Segui-se a deslocação para o local onde se daria a cerimónia de inauguração da Rua António Lima Fernandes.


No local discursaram João de Brito, António Emídio e Mário Fernando Pereira.
Um dirigente do Clube de Ciclismo de Tavira entregou, em nome de Ricardo Mestre, vencedor a última Volta a Portugal, uma camisola amarela.
A placa com o nome da rua foi descerrada pelo Presidente da Câmara e pela viúva de António Lima Fernandes.
Finalmente teve lugar no recinto da Feira um almoço convívio que contou com a participação de centenas de pessoas.
Lima Fernandes teve, finalmente, uma merecida homenagem. Mais vale tarde do que nunca!

Fez-se justiça!





sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Desenvolvimento sustentado (3)














Comunicação de Raul Figueiredo nas Jornadas Autárquicas (continuação)

Alpiarça, terra de gente trabalhadora, com passado presente e futuro, continua, pela mão dos autarcas da CDU, a crescer e a merecer a confiança dos que nos procuram para instalar as suas empresas, de pequena ou média dimensão. 
Depois de uma primeira fase em que alguns conterrâneos nossos investiram tudo o que tinham e não tinham na nova Zona Industrial e no Recinto da Feira, surgem, nos anos mais recentes, empresas com estrutura mais sólida que apostam ou continuam a apostar no nosso Concelho. 
São disso exemplos a Renoldy, a fábrica do leite que a CDU sempre quis, que continua a operar no nosso Concelho e emprega 62 trabalhadores, a Texa, recentemente inaugurada, investiu 11 milhões de euros e emprega 19 trabalhadores. 
A Monliz que investiu 9 milhões numa segunda linha de produção e emprega 216 trabalhadores. 
A Triplanta que recentemente investiu 3.5 milhões emprega 60 trabalhadores. 
A Agrizone, um investimento de 600 mil euros, emprega 7 trabalhadores. 
A Louribatatas investiu 2.5 milhões nos últimos 2 anos e garante emprego sazonal a 90 pessoas.
Por aqui se vê, camaradas e amigos, que as atoardas repetidamente publicadas, de que a Autarquia CDU é inimiga dos empresários e das empresas, não passa disso mesmo, uma campanha medíocre, rasteira destinada a confundir e baralhar os mais distraídos, ou os que de má fé e de má memória já se esqueceram ou querem fazer-nos esquecer os 12 anos de investimento errático, como o Parque de Estacionamento subterrâneo, onde meio milhão de contos foi gasto numa obra de pouca utilidade, que do princípio ao fim foi uma grande trapalhada. 
Foi por esta e por outras, que a gestão ruinosa do PS à frente da Câmara de Alpiarça deixou uma dívida superior a 13 milhões de euros para a CDU pagar.
Esse não é o caminho da CDU, quando está à frente dos destinos das autarquias, por vontade própria e livre do povo que faz as suas escolhas em eleições livres e democráticas. Primeiro que tudo, assumiram-se e pagaram-se as dívidas, a começar pelos fornecedores locais. Um Plano de Saneamento Financeiro permitiu honrar esses compromissos e trazer de volta a credibilidade ao Município de Alpiarça. 
Tenhamos, no entanto, presente que essa herança terrível vai pesar em cima de todos nós por muitos anos. Esse período negro da história de Alpiarça vai comprometer, de forma decisiva, o nosso futuro.
Mas esse não é o único estrangulamento ou obstáculo ao desenvolvimento de Alpiarça. A situação actual e futura do País, em consequência das politicas neoliberais do Governo PSD/CDS, vai condicionar muito a vida dos municípios portugueses, a começar pelos mais pobres. 
Só no próximo ano o corte das verbas do Orçamento do Estado para os municípios vai situar-se acima dos 5%. É um autêntico garrote que nos querem impor e que atrasará, por muitos anos, o desenvolvimento de concelhos como o nosso.
O pacto que nos querem impingir tem por objectivo preservar e ampliar os lucros e privilégios dos grupos económicos, transferindo para o povo e os trabalhadores as consequências da crise. É um pacto que agrava a exploração e desfere rudes golpes em direitos fundamentais e na democracia. Manter este rumo é um crime contra o País e contra o povo português. Rejeitar o pacto de agressão é um imperativo nacional e um acto patriótico e de justiça.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Desenvolvimento sustentado (2)



















Comunicação de Raul Figueiredo nas Jornadas Autárquicas (continuação)



Foi com o 25 de Abril, que alguns querem votar ao esquecimento, que Portugal saltou e pulou. Uma data histórica em que o povo unido em torno dos militares de Abril, operou grandes e profundas transformações no nosso Pais.
A reforma agrária e o movimento cooperativo, as nacionalizações da banca e dos seguros, a liberdade conquistada e o direito de livre associação e reunião, o direito à greve e manifestação, a criação de sindicatos livres e democráticos, a contratação colectiva e o trabalho com direitos, a educação e saúde para todos, o direito a usufruir do desporto e da cultura, os melhores salários e os apoios sociais, o direito a ter uma reforma ou uma pensão, as eleições livres e a aprovação da primeira Constituição democrática e progressista, o poder local democrático, ainda hoje o principal motor do desenvolvimento do Pais e das regiões.
Estas são as principais conquistas de Abril que os governos do PS, PSD e CDS, teimaram e teimam em destruir, ao longo de mais de 30 anos de políticas de direita que aos poucos fizeram renascer e reagrupar os grandes grupos económicos e financeiros, alguns dos quais verdadeiros sustentáculos da ditadura de Salazar e Caetano, durante quase 50 anos.
Em Alpiarça, comunistas e democratas sem partido, arregaçaram as mangas e deitaram mãos à obra. 
Estava quase tudo por fazer.

Câmara de Alpiarça já pagou 91 por cento das dívidas a fornecedores

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terça-feira, 8 de novembro de 2011

Ricardo Mestre, vencedor da Volta a Portugal, vem a Alpiarça homenagear Lima Fernandes

RICARDO MESTRE, vencedor da volta a Portugal de 2011, estará presente na homenagem a LIMA FERNANDES, no próximo dia 12 de Novembro em Alpiarça, fazendo a entrega da camisola amarela, símbolo de vencedor da mais importante prova velocipédica nacional.